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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Operários caem de andaime de 10 m no Parque Prazeres - Campos - RJ


Dois operários que trabalhavam na obra de um galpão, no Parque Prazeres, em Guarus, caíram de um andaime de 10 metros de altura na manhã desta terça-feira (2).
Douglas Santos Silva e Diego Santos Silva, ambos de 24 anos, foram socorridos por uma equipe do Corpo de Bombeiros para o Hospital Ferreira Machado(HFM). Segundo a assessoria de imprensa do hospital, os operários estão em observação e passam bem.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Veja abaixo 10 dicas importantes para um bom DDS – Diálogo Diário de Segurança:




1. Tenha sempre em mente o objetivo do DDS: “Criar condições para que os trabalhadores possam trocar informações, apresentar idéias, comentar dúvidas e dificuldades relacionadas à Saúde, Segurança e Meio Ambiente”.
2. Considerando sempre as características do grupo, busque temas interessantes e atuais. Peça sugestões, pesquise na internet, jornais, traga “causos” interessantes. Use acontecimentos do dia-a-dia da equipe como algo ocorrido com familiares, no trânsito, fatos importantes divulgados pela imprensa, entre outros assuntos que possam servir de fonte de informação ao grupo.
3. Faça um DDS sobre o “DDS” explicando o seu objetivo e funcionamento. Deixe claro a importância da participação ativa de todos.
4. Incentive a participação do grupo, convidando-os a conduzirem o DDS. Você pode elaborar uma escala de rodízios, repassando essas dicas ao próximo coordenador. Combine com o grupo, dias e horários apropriados; planeje o local e o assunto a ser tratado.
5. Exponha o assunto de forma clara e com linguagem adequada, considerando o nível de entendimento dos participantes.
6. Em média utiliza-se 5 a 15 minutos para realização do DDS, podendo variar de acordo com o interesse do grupo, a importância do tema e a habilidade do apresentador que está coordenando.
7. Como o próprio nome já diz, o Diálogo Diário de Segurança é um instrumento recomendado para uso diário. Fica a critério do grupo, estipular a periodicidade mais apropriada para a utilização do mesmo.
8. Eventualmente, convide profissionais de outras áreas para falar sobre temas técnicos. Poderão ser convidados médicos, enfermeiros, psicólogos, engenheiros, técnicos, ou seja, pessoas que conheçam mais o fundo o tema a ser tratado.
9. Utilize os últimos minutos para conclusão da idéia inicial. Deixe aberto para exposição de idéias do grupo. Tenha cuidado com sugestões para que não tenha conotação de promessa, pois se a mesma não for cumprida o DDS (e até o próprio instrutor) poderá perder a credibilidade.
10. É importante registrar o DDS. Utilize os procedimentos da empresa, ou crie um procedimento próprio. Data, duração, local, assunto abordado, nomes e número de participantes, são dados que podem conter no registro. O registro possibilita o gerenciamento do DDS como ferramenta para a identificação de novos temas e dos temas já abordados, evitando a repetição dos mesmos. Também serve para acompanhamento da participação dos integrantes do grupo durante as reuniões.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

TÉCNICO EM SEGURANÇA NO TRABALHO


"Aquele que verifica as condições de trabalho de uma empresa, identificando fatores de risco e propondo sua solução"

Fonte: Dicionário Michaelis



O que é ser técnico de segurança do trabalho?

O técnico de segurança do trabalho é o profissional que analisa os métodos e processos de trabalho, identificando suas condições e fatores de risco, propondo melhorias e maior segurança. É ele quem estuda o ambiente dos funcionários de uma empresa para ver se as normas trabalhistas estão sendo cumpridas, tanto em questões como higiene e alimentação, quanto em fatores que expõem a vida do empregado. O técnico, com isso contribui para que muitos acidentes sejam evitados, trazendo maior qualidade de trabalho a toda empresa.

Quais as características necessárias para ser técnico de segurança do trabalho?

É necessário que o profissional apresente as seguintes características:
  • Adaptação a novas situações
  • Capacidade de análise
  • Atenção a detalhes
  • Desejo por resolver pequenos problemas
  • Paciência
  • Capacidade de lidar com pessoas menos instruídas
  • Capacidade de síntese
  • Facilidade para pesquisa e levantamento de dados

Qual a formação necessária para ser técnico de segurança do trabalho?

Para se tornar técnico de segurança do trabalho é necessário que o estudante inscreva-se em um curso técnico da área, que tem duração de dois anos, sendo que isso pode ser feito enquanto ele estuda no ensino médio ou após sua conclusão, dependendo da instituição que ele cursar. Durante o curso, ele terá acesso às disciplinas que lhe proporcionarão a interpretação e execução das normas de segurança do trabalho, operação de instrumentos de avaliação ambiental, condução do trabalho técnico em segurança do trabalho e outras matérias de âmbito sociológico que o ajudarão a compreender o universo das relações de trabalho.

Principais atividades de um técnico de segurança do trabalho

Entre as atividades diárias deste profissional estão: avaliar as condições ambientais de trabalho e subsidiar o planejamento de forma segura para o trabalhador e para a empresa em que atua. Além disso, outras atividades do técnico de segurança do trabalho são:
  • Prestar assessoria a assuntos ligados à segurança do trabalho
  • Emitir pareceres técnicos sobre riscos existentes no ambiente de trabalho, bem como orientar empregador e empregado sobre medidas de prevenção, eliminação e neutralização de riscos no trabalho
  • Analisar métodos e processos de trabalho
  • Identificar os fatores de risco, propondo sua eliminação ou controle
  • Executar e verificar o cumprimento dos procedimentos de segurança e higiene do trabalho, avaliando os resultados
  • Desenvolver programas de treinamento, cursos, campanhas e palestras, com objetivo de divulgar normas de segurança, visando evitar acidentes do trabalho
  • Indicar, solicitar e inspecionar equipamentos de proteção coletiva e individual dos trabalhadores
  • Executar atividades ligadas à segurança e higiene do trabalho que objetivem a eliminação, controle ou redução permanente dos riscos de acidentes e melhorias das condições do ambiente
  • Levantar dados estatísticos de acidente e doenças para ajustes nas ações preventivas
  • Identificar atividades insalubres e perigosas existentes na empresa, informando ao empregador e trabalhadores sobre seus riscos, bem como medidas preventivas ou neutralizantes

Áreas de atuação e especialidades

Devido a uma maior preocupação com as condições de trabalho oferecidas aos funcionários e rigorosidade da lei que regulamenta as relações trabalhistas, a atuação do técnico de segurança do trabalho tem, hoje, grande impulso e variadas opções em seus nichos de mercado. Ele pode atuar desde pequenas empresas regionalizadas até grandes multinacionais que procuram instalar suas filiais no Brasil devido à mão-de-obra barata que encontram aqui. Também, empresas governamentais de médio e grande porte podem ser locais de atuação para este profissional, pois torna-se necessária sua presença nestas companhias para maior verificação do cumprimento das normas trabalhistas, devido a seu tamanho e maior dificuldade de acompanhamento dos processos de trabalho.

Mercado de trabalho

O mercado para o técnico de segurança do trabalho é amplo e predomina nas grandes empresas, localizadas, principalmente, nas metrópoles do país. A região Sudeste (onde se localiza o estado de São Paulo) é uma das que mais registra acidentes e doenças ocupacionais, por concentrar maior número de empresas, demandando ações prevencionistas importantes. Assim, torna-se um mercado atrativo para este profissional, que pode desenvolver importantes técnicas de profilaxia e prevenção da saúde do trabalhador, detectando os riscos ao profissional e apontando soluções.

Curiosidades

Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), há mais de 1,2 milhão de mortes por acidente de trabalho no mundo, sendo que o Brasil ocupava em 1999 a 15ª posição no ranking de países com mais acidentes no ambiente de trabalho. Este fato é explicado pela deterioração das condições de trabalho causadas pela globalização, o desrespeito ao direito de segurança do trabalhador e a falta de cumprimento da lei ou regulamentação adequada de segurança. Diante dessa situação, a atuação do técnico de segurança do trabalho foi valorizada, por meio da adoção de políticas mais contundentes para a prevenção dos fatores de risco incidentes nos locais de trabalho. Com isso, a profissão que não era muito conhecida no meio empresarial, ganhou novo fôlego a partir do final da década de 90, com o aumento da demanda por estes profissionais, que passaram a ser peça fundamental damental na estrutura de médias e grandes empresas no país e no mundo.